Política – Lula na ilha solitária

by Negócios do Japão on julho 6, 2007

Durante uma terrível tempestade no mar, um navio onde se encontrava o presidente Lula se afundou e os únicos sobreviventes foram: o presidente, uma ovelha que fazia parte de um rebanho transportado no navio, e o respectivo cão pastor, que antes tomava conta do rebanho. Nadando com suas últimas forças, amparados em bóias salva-vidas, os três alcançaram a praia de uma ilha solitária e desconhecida, onde nunca antes qualquer homem tinha colocado os pés.

Dentro de poucos dias, Lula descobriu que a ilha tinha tudo para se sobreviver: água pura de uma fonte, cocos, frutas, animais para caçar, etc. Assim, ele construíu uma cabana e todos se acostumaram a viver sózinhos e em paz nessa ilha, sabendo que iam ficar afastados da civilização para o resto da vida.

Passado algum tempo, para aliviar a solidão, Lula começou a cultivar um ritual muito bonito: todos os dias, levava a ovelha e o cão para uma colina perto da praia, e os três ficavam aí sentados bem juntinhos, admirando o fantástico pôr-do-sol.

Passado mais algum tempo, Lula começou a sentir saudades de “algo mais” na sua vida. Como não havia outra alternativa, ele resolveu começar a namorar a ovelha. Assim, um dia, enquanto os três admiravam o pôr-do-sol, ele se aproximou da ovelha e começou a afagar docemente o seu pelo. Numa reação instantânea, seguindo o instinto protetor peculiar de sua raça, o cão pastor deu um pulo e começou a rosnar à volta de Lula.

Lula desistiu da manobra.

Mas passados mais alguns meses, a necessidade que Lula sentia por aquele “algo mais”, tornou-se insuportável. Assim, um dia ele resolveu fazer outra aproximação na ovelha. Enquanto os três olhavam o pôr-do-sol lindo, ele e a ovelha se afastaram lentamente do cão, e quando estavam a vários metros de distância, ele abraçou a ovelha emocionadamente. Como um raio, o cão deu um tremendo pulo, mordeu o braço de Lula, e depois ficou latindo à sua volta como um louco.

Evidentemente, Lula desistiu definitivamente da manobra.

Alguns meses mais tarde, ocorreu uma terrível tempestade no mar, e outro navio se afundou. Pouco depois, chegou nadando à praia daquela ilha o único sobrevivente desse desastre marítimo: era Pamela Anderson!

Depois dela recuperar o fôlego e se acalmar, Lula explicou para ela que nada havia a temer: a ilha tinha tudo que era necessário para se viver, mas o destino deles era ficar vivendo para sempre nessa ilha abandonada e desconhecida.

Lula construíu para Pamela uma cabana separada, e rapidamente ela se habituou também a participar naquele ritual lindo de observarem juntos, todos os dias, o lindo pôr-do-sol.

Passada uma semana, estando todos os quatro sentados admirando aquele espetáculo da natureza, Lula disse para Pamela: “Você permite que eu me aproxime um pouco mais?”. E ela respondeu: “Claro, com todo o prazer”.

Emocionado, Lula se colou nela e em seguida sussurrou outra pergunta no ouvido dela:
- Você não se importa de ir dar uma volta com o cão pela praia durante uns quinze minutos?”.

Enviada por: Raul Guerreiro

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