Pais vendem os filhos para sustentar o vício por jogos online

by silvia on agosto 8, 2011


Depois que eu vi essa notícia, me perguntei: Até que ponto a dependência por jogos de internet pode se tornar prejudicial? Será que jogos online e gadgets da tecnologia atual, estão se tornando as “drogas” da nova geração?

Há um tempo atrás, eu li algo sobre um chinês que havia vendido um rim para assim poder comprar o tão sonhado IPAD. Ele lucrou cerca de 22 mil yuans (R$ 5.400). Agora, algo muito pior aconteceu.

Um casal de chineses Lin Li e Lin Juan, residentes em Dongguan, resolveram vender seus três filhos por menos de 10 mil dólares. Essa notícia saiu no jornal chinês Sanxiang City News. O jovem casal se conheceu em 2007, num Ciber Café e tinham a mesma obcessão em comun: Jogos online.

Logo resolveram morar juntos e depois de 1 ano juntos, já tinham seu primeiro filho, que por muitas vezes era deixado sozinho em casa para que o casal pudesse se deslocar ao Ciber Café, distantes 30 km de sua casa, para jogar.

Depois de pouco tempo, tiveram o segundo filho, uma menina. Sem emprego e sem dinheiro para sustentar o vício, o casal teve uma brilhante idéia: Vender os filhos! Primeiro foi a menina, que foi vendida por 2.850 iuãns (cerca de 400 dólares). Entusiamados com o dinheiro, resolveram por o filho mais velho também à venda por 30 mil iuãns (4.600 dólares).

Com esses dados, já podemos perceber que ter filho homem na China é muito mais lucrativo. Enfim, como se já não bastasse, o casal resolveu ter mais um filho, dessa vez, um menino. Sem perder tempo, colocaram a criança a venda, pelo mesmo preço do primogênito.

A venda só não foi concretizada porque a mãe de Lin Juan, ou seja, avó das crianças, acabou descobrindo. Chocada com a descoberta, denunciou os dois à polícia e agora o casal está preso. Ao serem questionados pela polícia sobre a atrocidade que estavam fazendo, o casal disse apenas, que não sabiam que estavam infringindo a lei e assumiram que não queriam criá-las e sim trocá-las por dinheiro!

Só espero que essa idéia de vender filhos não vire moda e se transforme num verdadeiro “Negócio da China”

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